SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
pedagogia licenciatura
SILVIA ROBERTA DOS SANTOS
Estudo de caso
Atendimento educacional
para aluno portador de necessidade especial
Goiânia
Go
2011
SILVIA ROBERTA DOS SANTOS
Estudo de caso
Atendimento educacional
para aluno portador de necessidade especial
Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da
UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Comunicação e
linguagem, Psicologia da Educação, Educação e Diversidade e O trabalho do
pedagogo no espaço educativo
Profs. Lilian Salete, Carlos Eduardo, Fábio Luiz
Silva e Vilze Vidotte Costa.
Tutora eletrônica: Sara Pimenta L. Palhares.
Tutor(a) de sala:Israel Carolino
Goiânia
Go
2011
SUMARIO
INTRODUÇÃO.............................................................................5
DESENVOLVIMENTO.................................................................6
a 10
Proposta do 1º caso: a interação.................................................6
Proposta do 2º caso: o relacionamento.......................................7
Proposta do 3º caso. Aprendizagem e desenvolvimento..............9
CONCLUSÃO.............................................................................11
BIBLIOGRAFIA..........................................................................12
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
O
presente trabalho discute a relação entre ensino, aprendizagem e
desenvolvimento no âmbito escolar. As interações com objetivos de entender e
auxiliar a criança portadora de necessidades especiais (PNE).
A escola inclusiva é uma excelente
oportunidade de aprendizagem, com as salas multifuncionais que estão sendo
implantadas nas escolas a educação inclusiva está dando um grande passo na
educação, e acaba com aquele paradigma que criança especial não aprende ou é um
“ caso perdido”, e tem que ficar em casa. No decorrer do desenvolvimento
abordaremos questões e soluções que podem melhorar a aprendizagem do portador
de deficiência.
Proposta do 1º caso:
O professor do atendimento educacional
especializado AEE, deve identificar diversos aspectos relacionados ao seu
desenvolvimento e aprendizagem que podem ou não explicar a natureza do
problema, o professor tem que ouvir a família do aluno com a finalidade de
identificar as dificuldades. Esse aluno tem uma alfabetização precária, e se tratando de sua
aprendizagem e seu desenvolvimento, o professor e a equipe pedagógica da escola
tem que tentar alfabetiza-lo melhor, buscar uma forma de ensino que ira chamar
a atenção do aluno ex: jogo, brincadeiras dirigidas, historia, enfim procurar
saber do que ele mais gosta e daí buscar uma forma de traze lo para o ambiente
escolar e incentiva-lo a buscar harmonia entre ele os colegas da sala de aula, isso
ajudará em sua aprendizagem e seu desenvolvimento.
Durante a realização dos projetos pode se adaptar jogos, brincadeiras,
atividades favorecendo a interação com diferentes turmas.
Dada a importância de uso de jogos de regras em contextos escolares e
psicopedagogos em crianças com dificuldades de aprendizagem, o propósito dessa invenção que utilizou o jogo quilles (primeiro boliche que o homem
inventou há 600 anos), permite a estruturação cognitiva da criança.
Usando também o a teoria de Vygotsky baseada na disciplina de
psicologia, na interação entre alunos, colocando um aluno com mais conhecimento
com o que necessita de ajuda para aprender, com um intermediário como o
professor, as crianças se interagem, de entendem e se comunicam facilmente.
Quanto ao aspecto de
comunicação podemos propor o seguinte: como o aluno com
impedimento na comunicação nem sempre participa dos desafios educacionais
porque os professores desconhecem estratégia e alternativas de comunicação.
Trabalhar com recursos como: cartões de comunicações, pranchas
alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador, que
dependendo de como for utilizado pode se tornar uma poderosa voz de
comunicação.
A ilustração a baixo apresenta uma prancha
de comunicação com símbolos representativos de escolha de um lanche, com
sistema de símbolos PCS, apontando estes símbolos o aluno pode pedir ajuda,
agradecer e escolher o que pretende comer ou beber.
Cartões sobre um arquivo e
símbolos abaixo à esquerda, visualiza se um fichário com vários cartões e
símbolos organizados por tipos e cores (substantivos alaranjados, adjetivos
azuis, verbos verdes, sujeitos amarelos, expressões sociais em rosa e
miscelâneas em branco, assim:
Do lado direito podemos ver um vocalizador
retangular com vinte e cinco áreas de mensagens visíveis que se localizam os
símbolos, cada área de mensagem ao ser pressionada emitirá uma mensagem de voz
gravada.
E assim podemos trabalhar com esse aluno no contexto psicológico e
comunicação e linguagem, observando sua progressão e ensinando a se comunicar por vários meios, existem
inúmeras opções.
Proposta do 2º caso:
Quanto ao relacionamento do aluno e professor, podemos dizer que os
professores precisam cooperar, ter o apoio prático e flexível de seus colegas.
Por vezes o aluno com necessidades precisa de apoio específico que não pode ser
dado pelo professor durante a rotina diária em sala de aula, nessas circunstâncias
outros professores também podem entrar em cena. Lembrando que o professor
também precisa proporcionar momentos de distração, lazer e reflexão para os
seus alunos, para que eles não fiquem exaustos naquela rotina de professor
tarefeiro.
Na disciplina comunicação e linguagem, da professora Lilia Salete vimos a importância da
comunicação e da linguagem, o que com certeza irá ajudar no processo ensino
aprendizagem; desse aluno no relacionamento dele com seu professor e com seus
colegas de sala de aula. A relação educador-educando não deve ser uma
imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O
aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo
de construção do conhecimento. O educador deve assumir um papel fundamental
nesse processo como um indivíduo mais experiente. Para Vygotsky, a construção
do conhecimento se dará coletivamente, o professor seria o suporte para que a
aprendizagem do educando a um
conhecimento novo seja satisfatória.
O professor não deve preocupar-se somente com o
conhecimento através da absorção de informações, más também pelo processo de
construção da cidadania do aluno, para que isso ocorra é necessária a
conscientização do professor de que o seu papel é de facilitador de
aprendizagem, aberto a novas experiência, procurando compreender numa relação
empática, também os sentimentos e os problemas de seus alunos e tentar levá-los
a auto-realização.
O trabalho do professor em sala de aula, seu
relacionamento com os aluno é expresso pela relação que ele tem com a sociedade
com cultura. ABREU & MASETTO(1990: 115),afirma que “é o modo
de agir do professor em sala de aula, mais do que suas características de
personalidades que colabora para uma adequada aprendizagem dos alunos;
fundamenta-se numa determinada concepção do papel do professor que por sua vez reflete valores e padrões da
sociedade”.
Logo, a relação entre professor e aluno depende,
fundamentalmente, do clima estabelecido pelo professor da relação empática com
seu aluno, de sua capacidade de ouvir, refletir e discutir o nível de
compreensão do aluno e da criação das pontes entre o seu conhecimento e o dele.
Indica também, que o professor, educador da era industrial com raras exceções,
deve buscar educar para as mudanças, para a autonomia, para a liberdade
possível numa abordagem global, trabalhando o lado positivo do aluno e para a
formação de um cidadão consciente de seus deveres e de suas responsabilidades
sociais.
Na educação especial, o importante é
conhecer como o aluno se.
desenvolve, ou seja, enfatiza não a
deficiência em si mesma, não o que falta,
porém como se apresenta o processo de
desenvolvimento; como ele interage com. o mundo, como organiza seus sistemas de
compreensão, as trocas, as mediações que auxiliam na sua aprendizagem, a
participação ou exclusão da vida social, a sua história de vida.
Deve-se reconhecer que a
deficiência possui uma dupla influência no
desenvolvimento, se por um lado atua
como limitação, criando obstáculos,
prejuízos e dificuldades, por outro
serve como estímulo para o desenvolvimento
das
vidas de adaptação, canais de compreensão.
Proposta do 3º caso:
O portador de necessidades é um indivíduo que possui limitações no seu
desenvolvimento intelectual e
psicomotor, que necessita de uma orientação
educacional que adapte aos seus padrões
o uso de metodologia diferenciada.
Do ponto de vista clínico, os
deficientes mentais apresentam uma
diminuição do rendimento, associada aos
diferentes níveis de
transtornos sensoriais,
pespectivos-motores, de linguagem, do controle emocional, de adaptações em
relação ao meio ambiente e, dependendo da etimologia, alterações orgânicas e na
aparência física.
Os problemas de desenvolvimento tais
como; psicomotores e de linguagem.
e em alguns casos a deficiência é tão
óbvia que pode chegar rápido a uma
Identificação, porém em outras, deve-se
fazer uma investigação e avaliação.
Profunda para se chegar a um diagnóstico
definitivo.
Assim, devido às diversas limitações
clínica, esse aluno deverá.
desfrutar de uma orientação pedagógica
que seja capaz de suprir as
necessidades de ensino.
Vamos propor para esse
aluno um acompanhamento que consiste no desenvolvimento de ações que visam ao
progresso no desenvolvimento e na aprendizagem do aluno, bem como a sua melhor
interação no espaço escolar. Ele visa à transformação, se necessário, dos
esquemas de aprendizagem do aluno, bem como das práticas dos diferentes atores como
os professores e familiares que atuam com esse aluno.
As características do desenvolvimento e da aprendizagem
do aluno com deficiência intelectual podem interferir no seu processo de
construção do conhecimento. A ação pedagógica voltada para esse aluno deve
resultar em opções que indiquem à possibilidade de reorganizar situações de
aprendizagem que favoreçam esse processo. O acompanhamento implica,
necessariamente, na elaboração de um plano de atendimento educacional
especializado. Esse plano consiste na previsão de atividades que devem ser
realizadas com o aluno na sala de recurso multifuncional.
Abrangendo o conceito da diversidade
humana, o acompanhamento prevê a
articulação do professor do AEE com outros profissionais que possam dar suporte
às necessidades específicas desse aluno. Prevê, também, a articulação com a
família no sentido de construir as condições propícias ao desenvolvimento e
aprendizagem. O acompanhamento implica na necessidade de avaliação permanente
da evolução do aluno nos diferentes espaços educacionais e no redimensionamento
do plano do AEE. Contando que todos tem direito a educação, sua inclusão no
meio social é mais do que um dever dos governantes é uma obrigação por seu
direito constituído.
CONCLUSÃO
A educação inclusiva no Brasil está longe de ser alcançada como uma boa
referência, ainda tem muitos déficits na área, falta uma melhor formação desses
profissionais,
Falta a boa vontade dos governantes de
investir em professores e equipamentos para a criança portadora de necessidades
especiais, fazer com que as escolas sejam acessíveis, com rampas, portas
apropriadas, banheiros e muito mais que eles precisam para se adaptar.
Más, com muita luta da sociedade, professores e alunos
devemos exigir para que os governantes invistam mais na educação, sendo que o
Brasil é o 6º pais mais rico do mundo, com tanto impostos pagos por nós
brasileiros é muito justo que se invista numa educação de qualidade para todos
deste país.
BIBLIOGRAFIA
COSTA, Vilze Vidotte. O trabalho do pedagogo nos espaços educativos: pedagogia/ Vilze
Vidotte Costa. – São Paulo: Pearson education, 2009.
STRECKER, Heidi. Comunicação e linguagem: pedagogia/
Heidi Strecker.
-São Paulo: Pearson education, 2010.
FIORAVANTE,Tristao,Daniele Pedrosa. Psicologia da educaçãoll / Daniele
Pedrosa Fioravante-tristão. –São paulo : Pearson Education do Brasil, 2010
Silva, Samira Fayez Kfouri da. A ação docente e a diversidade humana: pedagogia
/ Samira Fayez Kfouri da Silva, Sandra Regina dos Reis Rampazzo, Zuleika
Aparecida Claro Piassa. – São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010
GOMES, Adriana Leite Lima Verde.
A
Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: O Atendimento Educacional
Especializado Para alunos com Deficiencia Intelectual /Adriana Leite
Lima Verde, Jean-Robert Poulin, Rita Vieira de Figueiredo – Brasília :
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]:
Universidade Federal do Ceará, 2010.
______Pesquisa
sites:
http://www.educacaoonline.pro.br/index.
Php?Option=com_content&view=article&id=68:
atualizacoes-semanticas-na-inclusao-de-pessoas-deficiencia-mental-ou-intelectual-doenca-ou-transtorno-mental&catid6:educacao-inclusiv&Itemid=17
http://reginapironatto.blogspot.com/2008/08/o-trabalho-na-escola-com-alunos.html.



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