sexta-feira, 3 de maio de 2013

TRABALHO: Atendimento educacional para aluno portador de necessidade especial


                                               

 

 

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

pedagogia licenciatura

 

 

 

 

SILVIA ROBERTA DOS SANTOS
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estudo de caso

Atendimento educacional para aluno portador de necessidade especial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Goiânia Go

2011

 

 

SILVIA ROBERTA DOS SANTOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estudo de caso

Atendimento educacional para aluno portador de necessidade especial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Comunicação e linguagem, Psicologia da Educação, Educação e Diversidade e O trabalho do pedagogo no espaço educativo

Profs. Lilian Salete, Carlos Eduardo, Fábio Luiz Silva e Vilze Vidotte Costa.

Tutora eletrônica: Sara Pimenta L. Palhares.

Tutor(a) de sala:Israel Carolino

 

 

Goiânia Go

2011

 


 

 

SUMARIO

 

INTRODUÇÃO.............................................................................5

DESENVOLVIMENTO.................................................................6 a 10

Proposta do 1º caso: a interação.................................................6

Proposta do 2º caso: o relacionamento.......................................7

Proposta do 3º caso. Aprendizagem e desenvolvimento..............9

 

 CONCLUSÃO.............................................................................11

 BIBLIOGRAFIA..........................................................................12
INTRODUÇÃO

         O presente trabalho discute a relação entre ensino, aprendizagem e desenvolvimento no âmbito escolar. As interações com objetivos de entender e auxiliar a criança portadora de necessidades especiais (PNE).

A  escola inclusiva é uma excelente oportunidade de aprendizagem, com as salas multifuncionais que estão sendo implantadas nas escolas a educação inclusiva está dando um grande passo na educação, e acaba com aquele paradigma que criança especial não aprende ou é um “ caso perdido”, e tem que ficar em casa. No decorrer do desenvolvimento abordaremos questões e soluções que podem melhorar a aprendizagem do portador de deficiência.

 


Proposta do 1º caso:

O professor do atendimento educacional especializado AEE, deve identificar diversos aspectos relacionados ao seu desenvolvimento e aprendizagem que podem ou não explicar a natureza do problema, o professor tem que ouvir a família do aluno com a finalidade de identificar as dificuldades. Esse aluno tem uma alfabetização precária, e se tratando de sua aprendizagem e seu desenvolvimento, o professor e a equipe pedagógica da escola tem que tentar alfabetiza-lo melhor, buscar uma forma de ensino que ira chamar a atenção do aluno ex: jogo, brincadeiras dirigidas, historia, enfim procurar saber do que ele mais gosta e daí buscar uma forma de traze lo para o ambiente escolar e incentiva-lo a buscar harmonia entre ele os colegas da sala de aula, isso ajudará em sua aprendizagem e seu desenvolvimento.

Durante a realização dos projetos pode se adaptar jogos, brincadeiras, atividades favorecendo a interação com diferentes turmas.

Dada a importância de uso de jogos de regras em contextos escolares e psicopedagogos em crianças com dificuldades de aprendizagem, o propósito  dessa invenção que utilizou o jogo quilles (primeiro boliche que o homem inventou há 600 anos), permite a estruturação cognitiva da criança.

Usando também o a teoria de  Vygotsky baseada na disciplina de psicologia, na interação entre alunos, colocando um aluno com mais conhecimento com o que necessita de ajuda para aprender, com um intermediário como o professor, as crianças se interagem, de entendem e se comunicam facilmente.

Quanto ao aspecto de comunicação podemos propor o seguinte: como o aluno com impedimento na comunicação nem sempre participa dos desafios educacionais porque os professores desconhecem estratégia e alternativas de comunicação.

Trabalhar com recursos como: cartões de comunicações, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador, que dependendo de como for utilizado pode se tornar uma poderosa voz de comunicação.

A ilustração a baixo apresenta uma prancha de comunicação com símbolos representativos de escolha de um lanche, com sistema de símbolos PCS, apontando estes símbolos o aluno pode pedir ajuda, agradecer e escolher o que pretende comer ou beber.

    

 

 Cartões sobre um arquivo e símbolos abaixo à esquerda, visualiza se um fichário com vários cartões e símbolos organizados por tipos e cores (substantivos alaranjados, adjetivos azuis, verbos verdes, sujeitos amarelos, expressões sociais em rosa e miscelâneas em branco, assim: 

 

Do lado direito podemos ver um vocalizador retangular com vinte e cinco áreas de mensagens visíveis que se localizam os símbolos, cada área de mensagem ao ser pressionada emitirá uma mensagem de voz gravada.

E assim podemos trabalhar com esse aluno no contexto psicológico e comunicação e linguagem, observando sua progressão e ensinando a  se comunicar por vários meios, existem inúmeras opções.

 

 

Proposta do 2º caso:

Quanto ao relacionamento do aluno e professor, podemos dizer que os professores precisam cooperar, ter o apoio prático e flexível de seus colegas. Por vezes o aluno com necessidades precisa de apoio específico que não pode ser dado pelo professor durante a rotina diária em sala de aula, nessas circunstâncias outros professores também podem entrar em cena. Lembrando que o professor também precisa proporcionar momentos de distração, lazer e reflexão para os seus alunos, para que eles não fiquem exaustos naquela rotina de professor tarefeiro.

Na disciplina comunicação e linguagem, da professora Lilia Salete vimos a importância da comunicação e da linguagem, o que com certeza irá ajudar no processo ensino aprendizagem; desse aluno no relacionamento dele com seu professor e com seus colegas de sala de aula. A relação educador-educando não deve ser uma imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção do conhecimento. O educador deve assumir um papel fundamental nesse processo como um indivíduo mais experiente. Para Vygotsky, a construção do conhecimento se dará coletivamente, o professor seria o suporte para que a aprendizagem  do educando a um conhecimento novo seja satisfatória.

O professor não deve preocupar-se somente com o conhecimento através da absorção de informações, más também pelo processo de construção da cidadania do aluno, para que isso ocorra é necessária a conscientização do professor de que o seu papel é de facilitador de aprendizagem, aberto a novas experiência, procurando compreender numa relação empática, também os sentimentos e os problemas de seus alunos e tentar levá-los a auto-realização.

O trabalho do professor em sala de aula, seu relacionamento com os aluno é expresso pela relação que ele tem com a sociedade com cultura. ABREU & MASETTO(1990: 115),afirma que “é o modo de agir do professor em sala de aula, mais do que suas características de personalidades que colabora para uma adequada aprendizagem dos alunos; fundamenta-se numa determinada concepção do papel do professor  que por sua vez reflete valores e padrões da sociedade”.

Logo, a relação entre professor e aluno depende, fundamentalmente, do clima estabelecido pelo professor da relação empática com seu aluno, de sua capacidade de ouvir, refletir e discutir o nível de compreensão do aluno e da criação das pontes entre o seu conhecimento e o dele. Indica também, que o professor, educador da era industrial com raras exceções, deve buscar educar para as mudanças, para a autonomia, para a liberdade possível numa abordagem global, trabalhando o lado positivo do aluno e para a formação de um cidadão consciente de seus deveres e de suas responsabilidades sociais.

Na educação especial, o importante é conhecer como o aluno se.

desenvolve, ou seja, enfatiza não a deficiência em si mesma, não o que falta,

porém como se apresenta o processo de desenvolvimento; como ele interage com. o mundo, como organiza seus sistemas de compreensão, as trocas, as mediações que auxiliam na sua aprendizagem, a participação ou exclusão da vida social, a sua história de vida.

Deve-se reconhecer que a deficiência possui uma dupla influência no

desenvolvimento, se por um lado atua como limitação, criando obstáculos,

prejuízos e dificuldades, por outro serve como estímulo para o desenvolvimento

das vidas de adaptação, canais de compreensão.

 

Proposta do 3º caso:

O portador de necessidades é um  indivíduo que possui limitações no seu

desenvolvimento intelectual e psicomotor, que necessita de uma orientação

educacional que adapte aos seus padrões o uso de metodologia diferenciada.

Do ponto de vista clínico, os deficientes mentais apresentam uma

diminuição do rendimento, associada aos diferentes níveis de

transtornos sensoriais, pespectivos-motores, de linguagem, do controle emocional, de adaptações em relação ao meio ambiente e, dependendo da etimologia, alterações orgânicas e na aparência física.

Os problemas de desenvolvimento tais como; psicomotores e de linguagem.

e em alguns casos a deficiência é tão óbvia que pode chegar rápido a uma

Identificação, porém em outras, deve-se fazer uma investigação e avaliação.

Profunda para se chegar a um diagnóstico definitivo.

Assim, devido às diversas limitações clínica, esse aluno deverá.

desfrutar de uma orientação pedagógica que seja capaz de suprir as

necessidades de ensino.

Vamos propor para esse aluno um acompanhamento que consiste no desenvolvimento de ações que visam ao progresso no desenvolvimento e na aprendizagem do aluno, bem como a sua melhor interação no espaço escolar. Ele visa à transformação, se necessário, dos esquemas de aprendizagem do aluno, bem como das práticas dos diferentes atores como os professores e familiares que atuam com esse aluno.

 As características do desenvolvimento e da aprendizagem do aluno com deficiência intelectual podem interferir no seu processo de construção do conhecimento. A ação pedagógica voltada para esse aluno deve resultar em opções que indiquem à possibilidade de reorganizar situações de aprendizagem que favoreçam esse processo. O acompanhamento implica, necessariamente, na elaboração de um plano de atendimento educacional especializado. Esse plano consiste na previsão de atividades que devem ser realizadas com o aluno na sala de recurso multifuncional.

Abrangendo o conceito da diversidade humana, o  acompanhamento prevê a articulação do professor do AEE com outros profissionais que possam dar suporte às necessidades específicas desse aluno. Prevê, também, a articulação com a família no sentido de construir as condições propícias ao desenvolvimento e aprendizagem. O acompanhamento implica na necessidade de avaliação permanente da evolução do aluno nos diferentes espaços educacionais e no redimensionamento do plano do AEE. Contando que todos tem direito a educação, sua inclusão no meio social é mais do que um dever dos governantes é uma obrigação por seu direito constituído.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                             

CONCLUSÃO

 

           A educação inclusiva no Brasil está longe de ser alcançada como uma boa referência, ainda tem muitos déficits na área, falta uma melhor formação desses profissionais,

Falta a boa vontade dos governantes de investir em professores e equipamentos para a criança portadora de necessidades especiais, fazer com que as escolas sejam acessíveis, com rampas, portas apropriadas, banheiros e muito mais que eles precisam para se adaptar.

Más, com muita  luta da sociedade, professores e alunos devemos exigir para que os governantes invistam mais na educação, sendo que o Brasil é o 6º pais mais rico do mundo, com tanto impostos pagos por nós brasileiros é muito justo que se invista numa educação de qualidade para todos deste país.    


BIBLIOGRAFIA

 

 

COSTA, Vilze Vidotte. O trabalho do pedagogo nos espaços educativos: pedagogia/ Vilze Vidotte Costa. – São Paulo: Pearson education, 2009.

 

STRECKER, Heidi.  Comunicação e linguagem: pedagogia/ Heidi Strecker.

-São Paulo: Pearson education, 2010.

 

FIORAVANTE,Tristao,Daniele Pedrosa. Psicologia da educaçãoll / Daniele Pedrosa Fioravante-tristão. –São paulo : Pearson Education do Brasil, 2010

 

Silva, Samira Fayez Kfouri da. A ação docente e a diversidade humana: pedagogia / Samira Fayez Kfouri da Silva, Sandra Regina dos Reis Rampazzo, Zuleika Aparecida Claro Piassa. – São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010

 

 

GOMES, Adriana Leite Lima Verde.

A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: O Atendimento Educacional Especializado Para alunos com Deficiencia Intelectual /Adriana Leite Lima Verde, Jean-Robert Poulin, Rita Vieira de Figueiredo – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010. 

 

 

______Pesquisa sites:

 

http://www.educacaoonline.pro.br/index. Php?Option=com_content&view=article&id=68: atualizacoes-semanticas-na-inclusao-de-pessoas-deficiencia-mental-ou-intelectual-doenca-ou-transtorno-mental&catid6:educacao-inclusiv&Itemid=17

 

 


 

 

http://reginapironatto.blogspot.com/2008/08/o-trabalho-na-escola-com-alunos.html.

 

 

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